O interfone tocou. Era o Michael Jackson que estava subindo.
-- Ué? Você não vinha com a Madonna?
-- Não, não. Ele encontrou antes Jesus...
-- humm, entendi.
:: humor negro é sempre bom nessas horas. Até mesmo com o Michael, que nem era tão negro assim... ::
Sexta-feira, Junho 26, 2009
Michael Jackson
Quarta-feira, Junho 17, 2009
Deus,
o senhor tem twintter?twinteira - SP
Quinta-feira, Maio 21, 2009
Dinheiro emprestado
Então, dia desses, cheguei em casa depois do meu passeio pela praia, e tava lá, em cima da mesa, um bilhetinho muito mal escrito:
"Seu Deuzio,
Peguei R$ 347,50 emprestado na sua carteira. Depois o senhor me desconta.
Ass. Marinete, a sua empregada"
:: Puta empregada escrota. Se não fosse pela amizade dela e do JC, eu mandava essa belzebé embora... ::
Sexta-feira, Maio 08, 2009
JC e Madonna
Dia desses, meti o pé na porta do quarto do JC com tudo. Ele tava lá, sentado na cama, uma caixa de sapato no colo, cheio daquela bosta de vaca que ele insiste em guardar debaixo da cama. O bicho tava lá. O olhos vermelhos do susto que levou. Provavelmente deve ter até peidado de medo, pois o cheiro de samambaia queimada dominava o ambiente.
-- Quefoi? - perguntou assustado.
-- Hummm... Esqueci. Depois eu volto.
Cinco minutos depois, meti o pé na porta do quarto do JC com tudo. Ele tava lá, sentado na cama, uma caixa de sapato no colo, cheio daquela bosta de vaca que ele insiste em guardar debaixo da cama. O bicho tava lá. O olhos vermelhos do susto que levou. Provavelmente deve ter até peidado de medo, pois o cheiro de samambaia queimada dominava o ambiente.
-- QUE FOI PORRA!!!
-- Ah... Bem, cê sabe. Eu falei que ia comer a Madonna.
-- Caralho, muleque! A Madonna é a maior gostosa! Não acredito que você tá comendo essa vagabunda!
-- Caralho, JC, você é meu filho predileto. Toca aqui, filhão...
-- Caraca, sai de perto! Me deixa sozinho!
Caí fora. JC é foda. Até eu queria comer a Madonna. Finalmente ele fez algo certo na vida.
:: Como diria o Galvão Bueno, JC é o Brasil no meio das pernas da Madonna! ::
Quarta-feira, Maio 06, 2009
Senhor Deus,por favor, me ajude com essa dúvida que o snehor me criou; hoje aconteceu uma coisa muito estranha comigo, que gostaria que o senhor esclarecesse: Eu estava com dor de garganta aí pensei que seria bom inalar um pouco de vapor d'agua. Coloquei então uma panela com água pra fever, e pra nelhorar um pouco a senssação, coloquei dentro dela dois bagassos de limão que haviam sido espremidos, congelados e descongelados denovo. Os limôes afundaram na água a princípio, mas quando a água começou a ferver eles começaram a boiar, e se mantiveram booiando até a água esfriar depois, quando eles voltarama afundar. Porém, quando coloquei a panela no fogo novamente os limões não boaram mais, mesmo com a água fervendo. Pq esse mistéro occoreu, senhor Deus, terá sido um sinal? Um milagre do senhor? Por favor me esclareça!IIRII
Morreu?
Deus,
tudo bem com vc? Tenho uma dúvida: Vc morreu??
Abraços,
Farinha - blogfarinha.blogspot.
Terça-feira, Abril 28, 2009
Mega-sena
Por favor, vossa onipotência poderia me informar quais os próximos sorteios da mega-sena serão acertados por apostadores de São Paulo. PS.: Se não for pedir demais passe tb os números. Obrigado. Apostador Desesperado, São Paulo Hum... Dizer quem vai ganhar não pode. Aliás, esplanar os números também não pode. Mas vai aí uma forcinha para te ajudar com os números que vais jogar:
Domingo, Julho 06, 2008
Zelador
Logo depois que o JC me convenceu a morar no Rio, eu comecei a procurar um apartamento barato pra morar. Na verdade eu vim primeiro, pois o filha da puta do JC, logo depois de me convencer, deu com o rabinho santo dele pra trás e ficou numa de que era muito cedo pra voltar, que ele tinha prometido ao povo voltar só no Juízo Final, essas frescuras do JC.
Bem. Eu cheguei por essas bandas totalmente inocente e novato, sem nenhum conhecimento maior a cerca da vida na Terra. Tá, é verdade, eu sou deus todopoderoso, criador do céu-e-da-terra, blá-blá-blá, mas eu criei a vida, as coisas da natureza e tal. Quem criou o jeito de viver, as regras de interação social foram vocês mesmos. E foi nessa que eu me fudi naqueles dias. Aliás, me fudi não, continuo me fudendo todos os dias...
Então. Eu abri o jornal de domingo (naquela época os classificados de domingo tinham milhões de ofertas de imóveis) e saí procurando um apartamentozinho de um quarto, bem baratinho. Logo nos primeiros anúncios dou de cara com o anúncio perfeito. Era um apartamento, sala e quarto, na N.S. Copacabana e, o aluguel, uma pechincha: o valor de dois salários mínimos (uma merreca na época, e hoje, ainda mais).
A senhoria ela uma velhinha que parecia ter conhecido Matusalém pessoalmente.
-- bomdia, Ó bela criatura da Terra. Eu vim pelo anúncio do apartamento.
-- Sim, senhor. Vem comigo. O apartamento é esse aqui ó, no Térreo. Tem algum problema para o senhor?
-- Nada tema quando ao meu bem estar, Ó meu bom filho.
-- ??
-- humm. Tá. Eu gostei.
-- O senhor viu as condições?
-- sim, senhora.
-- O senhor não trabalha?
-- não, senhora.
-- Ok, ok, ok. Muito bom. Muito bom meso. Então não vejo nenhum problema.
-- excelente! O que precisamos para fazer o contrato? Quais documentos são necessários?
-- Oh, nada demais. Apenas sua Carteira de Trabalho...
-- excelente! Amanhã eu trago.
-- Sim senhor. Daí o senhor já pode mudar amanhã mesmo.
A velhinha foi muito simpática e achei muito gentil da parte dela aceitar apenas um documento simples para fechar o contrato do aluguel.
As coisas foram bastante agradáveis e tranqüilas nos primeiros dias, até que começaram a interfonar pro meu aprartamento.
[BRRRRRRN]
-- oi?
-- Aqui é do 702. O meu chuveiro tá quebrado. Dava pro senhor vir trocar aqui?
-- hum... dá.
Era um favorzinho, eu não tinha nada pra fazer mesmo, e poderia assim conhecer outros moradores.
[BRRRRRRN]
-- oi?
-- Aqui é do 113. A pia tá vazando. O senhor podia vir aqui consertar?
-- ta.
Mais um favorzinho. Sem problema.
Depois de algum tempo, eu já havia visitado todos os apartamento do prédio e, de certa forma, me tornado bastante conhecido e popular. Depois de três meses, a velhinha que me alugou o apartamento, e que depois eu vim a descobrir que era a síndica do prédio, me avisou que havia acabado o período de teste do apartamento, que eu estava me dando muito bem com os moradores e, como forma de agradecimento pelos favores que eu vinha fazendo, ela ia me dar um presente:
-- ooolhaaa... É um jaleco azul!
-- Sim, senhor. E personalizado com seu nome.
-- é verdade! Tem até meu nome nesta plaquinha...
-- Sim, senhor. A partir de agora o senhor não precisa mais sujar suas roupas quando for consertar as coisas nos apartamentos dos moradores. Sempre que for fazer um serviço destes, o senhor coloca essa jalequinho azul!
-- personalizado com meu nome!
-- Sim, senhor. Sim, senhor...
Eu considerei aquilo como um ritual de aceitação. O povo da terra precisava de mim e, sobretudo, me aceitava como um deles, com direito a jaleco personalizado e tudo mais! Eu não era mais uma divindade inacessível! Se alguém precisasse de mim era só tocar o interfone.
[BRRRRRRN]
-- PORRA! A merda do gás não tá funcionando! Você não disse que tinha consertado essa merda?
-- humm... foi.
-- QUE CÚ! Mas não está funcionando! Conserta essa merda direito porra!!!
Depois de alguns dias usando o tal jalequinho azul, personalizado, vejam vocês, eu comecei a sentir uma certa mudança na forma que as pessoas estavam me tratando no prédio, e fui conversar com a velhinha:
-- Que bom que o senhor apareceu. Os moradores estão chateados por que o senhor volta e meia desaparece a tarde toda.
-- é que eu vou na praia andar um pouco...
-- Mas não pode... O senhor tem que ficar aqui de tarde. Vai que alguém precise do senhor?
-- hum... Tem razão...
-- Claro que eu tenho razão. Agora o senhor pode ir.
-- Tem uma outra coisa...
-- O quê?
-- os moradores começaram a me chamar de um nome estranho.
-- Qual nome?
-- eles começaram a me chamar de "Zelador"...
-- Ah... Liga não. É um apelido carinhoso.
Só depois de quase um ano, conversando com o porteiro novo, enquanto eu regava o jardim do estacionamento, foi que eu descobri que a velhinha estava me enganando, que eu estava, na verdade, pagando pra trabalhar, que o nome daquilo era "Trabalho Escravo" e que era, inclusive, proibido por lei...
:: Depois dessa eu perdi totalmente a credulidade da alma humana... ::
